sábado, 11 de outubro de 2014








VAMOS, DE NOVO, ÀS URNAS

As eleições em 5 de outubro, no primeiro turno, são agora uma página virada. No Maranhão, a disputa foi decidida, e só nos resta aguardar a posse do eleito, cobrarmos as promessas de campanha, estarmos atentos sempre que nos parecer necessário. Creio ser dispensado discutir o que já está definido, validado pelo povo, manifestado por maioria. A votação ao candidato eleito expressou a vontade, a confiança, é, digamos, um cheque em branco para o novo Governador.

Sigamos, uma vez mais, o caminho das urnas para escolha do novo Presidente da República, com as opções dos candidatos Aécio Neves e Dilma Rousself. Mais que nos perdermos na aridez da discussão e do insulto baratos, tenhamos olhos postos nas propostas de cada um deles. É certo que todos têm uma história, os seus admiradores, e deixemos a cada eleitor o exame, o julgamento, a conclusão que lhe cabe. Vencido o pressuposto de que menores, incapazes, loucos não votam, tenhamos a sensatez, a liberdade, o motivo para nossa escolha.

Estaremos rejubilados ou descontentes pela opção que fizermos. Mas, que seja nossa, parta de nós, seja mérito nosso o voto a quem resolvermos confiar. Virá o tempo de tevê, igual para os dois. Se têm, ainda assim, igual oportunidade de tentarem nos enganar ou de, de fato, externarem a verdade, o propósito, a proposta a oferecerem, será nossa a escolha por um deles. Não tentemos fazer a cabeça de ninguém, independentemente do relacionamento que tivermos. Cada um faça por si.

Antonio Carlos Pinheiro ₢ 9.10.2014

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