sábado, 11 de outubro de 2014






FONTE E VIDA

(Antonio Carlos Pinheiro)
 Trova é prêmio, não estorvo,
Que eu faço e só me extasia;
Mais uma! – é taça que sorvo
Da fonte da fantasia!


É segredo? Venha, conte,
É, sim, o cara; é capaz!
Além de Deus, qual a fonte
Que mata a sede de paz?

Quanta sorte tem a fonte
Que vive a vida a cantar?
Depois, mirando o horizonte,
Corre pros braços do mar!

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